Geraldo Moreira é condenado a 16 anos por assassinato no Rio de Janeiro
Defesa busca reverter a decisão em tribunais superiores

Geraldo Moreira da Silva, ex-deputado estadual, foi considerado culpado pelo assassinato de Carlos Alberto Peres Miranda, resultado de uma disputa pessoal que data de 2008. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) rejeitou os recursos da defesa, que busca recorrer ao STJ e ao STF.
Detenção e condenação
Condenado a 16 anos de reclusão em regime fechado, Geraldo foi declarado mandante do crime, que ocorreu na Tijuca, quando a vítima foi baleada ao sair de casa. O TJRJ argumentou que o acórdão da 8ª Câmara Criminal seguiu a jurisprudência estabelecida, impossibilitando novo exame de provas.
✨ A desembargadora Maria Angélica Guerra Guedes afirmou que acolher a defesa exigiria reanálise dos fatos, o que não é permitido nas instâncias superiores.
O contexto do crime
De acordo com o Ministério Público, Geraldo teria contratado um policial militar para intermediar a execução do homicídio, por acreditar que Carlos Alberto estava impedindo que sua ex-esposa aceitasse uma divisão de bens. O crime, que se arrastou por quase duas décadas no sistema judiciário, resulta em um caso emblemático.
O que vem a seguir
A defesa não se dá por vencida e interpôs agravos para que o caso seja apreciado pelos tribunais superiores, aguardando um possível desfecho que pode trazer novas possibilidades de recurso. O futuro da condenação de Geraldo ainda é incerto enquanto os desdobramentos judiciais acontecem.
Informações adicionais
Geraldo Moreira da Silva, atualmente com 71 anos, teve o cumprimento da pena autorizado em prisão domiciliar devido ao seu estado de saúde, que inclui várias doenças graves.
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