Investigação revela conexões entre empresas, emendas parlamentares e o PCC.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, indicou a presença de indícios que ligam as investigações sobre o financiamento do filme 'Dark Horse', que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, a um sistema delitivo maior.
Em sua decisão que autorizou a transferência de um inquérito da Polícia Civil de São Paulo para o STF, Dino ressaltou que os fatos podem estar interligados com emendas parlamentares e mencionou ligações com a facção criminosa PCC, justificando a necessidade de uma apuração concentrada sob a supervisão do tribunal.
✨ Dino afirma que 'há indícios de um só sistema delitivo, alimentado inclusive por emendas parlamentares federais'.
A investigação inclui Alex Leandro Bispo dos Santos, mencionado como um membro relevante do PCC e sócio da Urban Connect, que recebeu cerca de R$ 1,2 milhão do Instituto Conhecer Brasil, ligado à produtora do filme. A movimentação de recursos entre diversas entidades reforça o esquema de captação e ocultação de verbas, que envolvem o deputado Mário Frias como um dos principais alvos.
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