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Justiça
2 min de leitura

Morte de mãe e filho em SP é investigada como duplo homicídio

Corpos foram encontrados após parentes perceberem forte odor

Mariana Souza22 de abril de 2026 às 11:45
Morte de mãe e filho em SP é investigada como duplo homicídio

A Polícia Civil está investigando o duplo homicídio de uma mulher de 26 anos e seu pai, de 57 anos, encontrados mortos em sua casa no Jardim Nair, São Paulo, na última terça-feira (21).

Descobrindo os corpos

As vítimas, identificadas como Thiely Da Silva Alves e José Ribamar De Sousa Alves, foram encontradas sem vida no imóvel situado na Rua Santa Angélica. A descoberta ocorreu após familiares notarem a ausência de comunicação com Thiely e decidirem ir até sua residência.

Thiely estava em um relacionamento conturbado e tinha se desentendido com o namorado dias antes do crime.

Ao perceber um odor forte vindo do imóvel, uma irmã da jovem entrou pela janela e fez a terrível descoberta. Segundo as informações na ocorrência policial, Thiely não se comunicava com seus familiares há dias.

Confusões e investigações

Adicionalmente, testemunhas mencionaram que o namorado de Thiely, conhecido como 'Favela', esteve na casa da jovem na madrugada do sábado (18), onde ocorreu uma discussão que envolveu também o pai dela. O relacionamento foi posto em dúvida após a briga, levando Thiely a comunicar aos familiares que havia terminado a relação.

Em conversas anteriores, a jovem relatou a um primo que o ex-namorado tinha causado confusão e se recusado a sair do local. A última mensagem de Thiely para uma prima foi na madrugada de domingo (19), em que indicou estar em meio a outra discussão com o pai.

Versões divergentes

O namorado, por sua vez, nega qualquer envolvimento com o crime e afirma ter deixado a casa antes de os corpos serem descobertos, disponibilizando seu celular para os investigadores. Além disso, um ex-parceiro de Thiely relatou que recebeu uma mensagem de voz dela no domingo, na qual a jovem mencionou problemas com o portão da casa, enquanto um homem poderia ser ouvido gritando ao fundo.

Ainda não há testemunhas diretas do crime, e as investigações foram transferidas para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A polícia solicitou perícias no local e nos corpos, além de analisar celulares e câmeras que possam lançar luz sobre a sequência de eventos.

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