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Justiça
2 min de leitura

Operação Sem Refino desvenda fraudes no setor de combustíveis

Busca e apreensão de bens e bloqueio de ativos marcam a ação policial

João Pereira15 de maio de 2026 às 08:25
Operação Sem Refino desvenda fraudes no setor de combustíveis

Nesta manhã, a Polícia Federal deflagrou a operação 'Sem Refino', que investiga um extenso esquema de fraudes no setor de combustíveis, envolvendo o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e Ricardo Magro, proprietário da Refit.

A ação resultou no bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros e na suspensão das atividades econômicas de envolvidos, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Investigação aprofundada

A operação visa desmascarar um conglomerado que supostamente utilizava uma complexa estrutura financeira para encobrir patrimônio, dissimular bens e realizar evasão de recursos para fora do Brasil. No total, foram executados 17 mandados de busca e apreensão, além de sete afastamentos de funções públicas, abrangendo os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e o Distrito Federal, todos ordenados pelo Supremo Tribunal Federal.

Dentre os envolvidos, Ricardo Magro, dono da refinaria de Manguinhos (RJ), é acusado de orquestrar fraudes bilionárias no setor.

Magro, que está residindo em Miami desde a década passada, tem seu nome incluído na Difusão Vermelha da INTERPOL, facilitando sua captura internacional. As investigações revelaram um dos maiores esquemas de sonegação de impostos do Brasil.

Contexto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia buscado apoio do governo dos Estados Unidos, na época liderado por Donald Trump, para a prisão do empresário brasileiro Ricardo Magro.

A operação 'Sem Refino' traz à tona a urgência de medidas para combater a corrupção e a sonegação no Brasil, prometendo severas implicações para os envolvidos e um alerta para outros potenciais infratores no setor.

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