Geraldo Leite Rosa Neto se declara inocente após 200 dias preso e afirma que Gisele Alves Sanchez cometeu suicídio.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, se declarou inocente durante um interrogatório realizado na última segunda-feira (5) no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo. O oficial afirma que está há mais de 200 dias preso injustamente por um crime que não cometeu.
A audiência, que durou mais de oito horas, contou com a presença de representantes do Ministério Público, do advogado da família da vítima e da defesa do oficial. Em seu depoimento, Neto recordou o relacionamento com Gisele, alegando que uma narrativa de agressividade foi criada após a morte da soldado.
✨ “Parece um pesadelo”, declarou o tenente-coronel, que foi preso no dia 18 de março, um mês após a morte de Gisele.
O oficial reafirmou que não matou a esposa e que ela teria tirado a própria vida, uma versão que foi contestada pela perícia, que encontrou evidências de que a soldado não poderia ter causado sua morte de forma autônoma. O novo laudo do Instituto de Criminalística indicou a possibilidade de intervenção de uma segunda pessoa na cena do crime.
Neto também afirmou que tentava se separar de Gisele devido ao comportamento dela, mas as mensagens trocadas entre o casal indicam desejos de separação por parte de Gisele, contradizendo o relato do tenente-coronel.
Atualmente, Geraldo Leite Rosa Neto enfrenta as acusações de feminicídio e fraude processual, com a Justiça decidindo sobre a possibilidade de um júri popular após as alegações finais de ambas as partes.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Ela assassinou a própria mãe e filha em um crime motivado por dependência financeira

Acusados enfrentarão longas penas em regime fechado após julgamento criminal.

Defesa da condenada à morte enfrenta novos desafios após falha na injeção letal.

Após falhas em injeções letais, estado passa a priorizar o 'paredão' para penas de morte.