Bain & Company Revela Avanço na Eficiência de Fusões e Aquisições em Energia
Estudo destaca tendências de consolidação e crescimento no setor de óleo e gás, com reflexos no Brasil.

Um novo estudo elaborado pela Bain & Company revela uma fase de maior eficiência nas fusões e aquisições no setor de óleo e gás a nível internacional. A pesquisa mostra que 53% do valor total das transações realizadas nos últimos dez anos foi concentrado entre os principais compradores de ativos.
O Retorno dos Compradores Frequentes
Classificadas como adquirentes frequentes, as empresas que fazem ao menos uma transação por ano obtiveram um desempenho superior. Entre 2012 e 2022, elas conseguiram um retorno aos acionistas 130% maior em comparação às que não se envolveram em aquisições.
"Com o aumento na disputa por ativos, é evidente que o mercado está em ascensão
✨ Múltiplos das transações devem aumentar de 4 para 6,9 vezes até 2025.
Cenário no Brasil
A consolidação no Brasil se acentua, especialmente após a pausa nos desinvestimentos da Petrobras.
Márcio Santiago, sócio da Araújo Fontes e especialista em energia, ressalta que a suspensão dos desinvestimentos da Petrobras durante a atual administração tem levado as empresas a buscarem maior eficiência em seus portfólios por meio de trocas de ativos. Este movimento tem como objetivo a criação de plataformas de produção mais robustas.
Essa estratégia visa reunir ativos para criar operações em maior escala nas mesmas bacias, o que por sua vez torna os investimentos mais atrativos e acelera o crescimento.
✨ Ativos com foco em produção, reservas provadas e capacidade técnica são os mais valorizados.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Gabriel Rodrigues
Jornalista especializado em negócios
Mais de negócios

André Seibel destaca estratégias para a queima de estoque de verão em 2026
Dicas do CEO do maior shopping popular da América Latina para aproveitar melhor as vendas.

SpaceX se prepara para IPO bilionário com consórcio de 21 bancos
A oferta pública inicial da empresa de Elon Musk pode ser avaliada em até US$1,75 trilhão.

Goiás e EUA assinam acordo sobre minerais críticos, mas com ressalvas legais
Memorando estabelece que cooperação é voluntária e seguirá regulamentações brasileiras, gerando preocupações no governo federal.

Análise da Indústria Farmacêutica: IA não Substituirá as CROs
Especialistas argumentam que as ações de empresas de pesquisa refletem um excesso de pessimismo quanto à tecnologia.




