Especialistas propõem ações para manter engajamento pós-campeonato

Durante as Copas do Mundo, muitas empresas se envolvem em festividades como bolões e decoração temática, mas ao final do torneio, o engajamento dos funcionários logo se esvai.
De acordo com a Philos, consultoria em cultura organizacional, esse fenômeno representa uma oportunidade perdida para cultivar um ambiente colaborativo duradouro.
✨ O Mundial provoca interações espontâneas que podem ser canalizadas em um engajamento contínuo nas corporações.
Um estudo da Gallup revelou que apenas 20% da força de trabalho global sente-se engajada, resultando em perdas econômicas de cerca de US$ 10 trilhões. No Brasil, estima-se que o desengajamento custe R$ 77 bilhões anualmente.
Natália Lazarini, da Philos, destaca que o futebol pode servir de gatilho para conexões significativas entre os colaboradores.
A Philos delineou cinco abordagens que podem transformar a empolgação da Copa em um engajamento duradouro.
Com a atualização da NR-1, que enfatiza riscos psicossociais nas empresas, a estruturação de comunidades internas se torna ainda mais crucial. Segundo Natália, essas comunidades ajudam a mitigar o isolamento e inauguram redes de apoio.
"O verdadeiro engajamento não surge de eventos isolados, mas de uma intenção clara e contínua por parte da liderança na criação e manutenção dessas comunidades
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