Crescimento das fraudes financeiras coincide com invasões cibernéticas.

O Banco Central do Brasil emitiu um alerta sobre o aumento das fraudes financeiras, que estão se tornando cada vez mais complexas, especialmente em decorrência de invasões cibernéticas. Essa situação foi discutida durante a 66ª reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), realizada na última quarta-feira.
De acordo com a ata, os criminosos estão utilizando ativos virtuais como a principal ferramenta para movimentar recursos obtidos de forma ilícita. O BC identificou que esses ativos são fundamentais para o escoamento dos recursos provenientes de fraudes, refletindo a adaptação dos criminosos às medidas de segurança.
✨ O uso de criptomoedas como canal para fraudes exige maior vigilância no setor financeiro.
Adicionalmente, o Comef revisitou episódios recentes no ecossistema de recebíveis e no modelo de Banking as a Service (BaaS), onde fintechs e outras marcas utilizam infraestrutura de terceiros para oferecer serviços financeiros. O aumento de incidentes nesse segmento chamou a atenção do Banco Central, que enfatizou a importância de uma postura mais rigorosa da indústria.
O BC ressaltou que todos os participantes desse setor têm responsabilidade direta na mitigação de riscos e devem tomar medidas proativas para fortalecer seus controles internos, gestão de riscos e segurança operacional.
A crescente digitalização no sistema financeiro ampliou as oportunidades para fraudes. O Banco Central busca implementar diretrizes que ajudem a proteger contra essas ameaças.
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Jornalista especializado em Notícias

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