Governo busca diálogo para garantir continuidade nas exportações

O governo brasileiro está preocupado com as restrições impostas pela União Europeia, iniciadas em 3 de maio, que afetam a importação de produtos de proteína animal, como aves e carne bovina.
Essas medidas, fundamentadas no Regulamento (UE) 2019/6 sobre o uso de antimicrobianos, geraram uma onda de indignação entre as autoridades brasileiras, que criticaram a falta de diálogo prévio.
O Brasil está em contato contínuo com a UE e setores produtivos, buscando garantir a continuidade das exportações. Desde o anúncio das restrições, o governo tem trabalhado para atender os requisitos exigidos pela Europa.
✨ O Brasil é um dos principais fornecedores de proteína animal para o mercado europeu.
As novas restrições se relacionam com negociações do Acordo MERCOSUL-União Europeia, que incluem quotas e reduções tarifárias para produtos afetados.
Para comprovar a conformidade dos seus produtos, o Brasil está realizando uma auditoria nas cadeias de carne de aves e mel, que começou em 24 de agosto e vai até 4 de setembro.
As autoridades brasileiras estão determinadas a mostrar a solidez do sistema de defesa agropecuária do país e o compromisso com a segurança e qualidade dos produtos destinados ao mercado interno e internacional.
Caso não haja progresso nas negociações, o governo brasileiro poderá considerar a adoção de medidas de retaliação, conforme previsto na legislação nacional e no Acordo MERCOSUL-União Europeia.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Notícias

Entidade busca solução rápida para reintegração do Brasil no mercado europeu

Ministérios das Relações Exteriores e Agricultura se manifestam sobre embargo

Impacto econômico pode chegar a US$ 2 bilhões até 2028

Entidade e Ministério da Agricultura trabalham em negociações