Movimentos estudantis e sociais se espalham por diversos países europeus.

Milhares de pessoas nas ruas da Europa estão expressando suas insatisfações econômicas, começando com o despejo da espanhola Maricarmen Abascal, de 87 anos, que foi forçada a deixar sua casa após mais de 70 anos devido à incapacidade de pagar o aluguel.
Enquanto isso, na França, estudantes secundaristas iniciaram uma série de protestos, que alcançaram mais de 500 mil manifestantes em um único dia, denunciando as deploráveis condições das escolas públicas.
Esses protestos têm um efeito contagioso, se espalhando para países como Alemanha, Itália, Bélgica, Albânia e Sérvia, onde o movimento estudantil também obteve vitórias políticas significativas, como o desfecho das eleições que derrubaram o partido do presidente sérvio Aleksandar Vučić.
✨ Na Europa, a indignação coletiva gira em torno do custo de vida elevado, ressoando preocupações sociais em diversas nações.
O cientista político Thomás Zicman de Barros analisa, neste episódio, os elementos comuns e distintos dos protestos europeus, estabelecendo comparações com o histórico Maio de 1968.
Com consequências potenciais para a democracia na região, ele reflete sobre como a atual onda de mobilizações pode moldar o futuro político do continente.
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