Daniella Marques destacou que programa terá regras de transição para beneficiários.

A coordenadora do núcleo econômico da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, anunciou nesta segunda-feira (19) que o programa Bolsa Família terá uma carência de dois anos, no caso da vitória do candidato, o que significa que após esse período os beneficiários poderão ser desligados.
Marques, em entrevista à CBN Bahia, explicou que haverá uma 'regra de transição' durante esses dois anos, permitindo que os beneficiários tenham a oportunidade de abrir seus próprios negócios ou aceitar empregos com carteira assinada. Além disso, a coordenadora ressaltou a importância de um retorno automático ao programa caso as novas tentativas não deem certo.
✨ As pessoas não devem ficar presas ao Bolsa Família para sempre, e o programa deve ser visto como o início de uma jornada em busca de mais oportunidades e dignidade.
O Bolsa Família, que foi relançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março de 2023, passou por ajustes em seus benefícios recentemente. O governo anunciou um reajuste de aproximadamente 15,04%, aumentando o piso do programa de R$ 600 para R$ 691 em meio à corrida eleitoral.
Para ter direito ao benefício, a renda mensal por pessoa deve ser de até R$ 218 e o Cadastro Único da família deve estar atualizado. Compromissos em saúde e educação também precisam ser cumpridos. Em agosto, o governo pagou o benefício a cerca de 19,3 milhões de famílias no país, que podem receber benefícios adicionais por crianças e gestantes.
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Jornalista especializado em Política




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