Ação inclui pedido de recomposição do alcance de publicações da campanha prejudicadas pela plataforma.

A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) requisitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a presidência do ministro Kassio Nunes Marques, a remoção de uma rede composta por 255 perfis da Meta, identificados como automatizados ou inautênticos.
Além da retirada dos perfis, a coligação solicita que a Meta restabeleça o alcance das publicações da campanha, que, segundo alegações, foram prejudicadas pela rede social. Essa reclamação é um desdobramento de uma ação anterior que já havia sido levada à Justiça Eleitoral, questionando o alcance de publicações de figuras como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e o funcionamento da ferramenta Meta AI.
✨ A coligação pede que a Meta cesse irregularidades em até seis horas e sugere uma multa diária de R$ 500 mil por descumprimento, somando um total inicial de até R$ 5 milhões.
Entre as medidas pedidas, destaca-se a recomposição imediata do alcance dos conteúdos, proporcional ao dobro da perda apurada devido às irregularidades mencionadas. Caso essa solicitação não seja atendida, a coligação propõe uma recomposição simples, que refletia a perda registrada.
A discussão sobre as ações da Meta ocorre enquanto Nunes Marques escuta representantes de diferentes campanhas a respeito da utilização das plataformas digitais. Durante uma reunião, advogados das campanhas de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL) abordaram questões como regras para canais de apoio no WhatsApp e o tratamento desigual em algoritmos de conteúdo.
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