Cristina Kirchner tem bens de US$ 500 milhões confiscados na Argentina
A medida confirma condenação em caso de corrupção envolvendo sua gestão.

Uma câmara de apelações na Argentina confirmou a apreensão de bens da ex-presidente Cristina Kirchner, no valor de 500 milhões de dólares, marcando um desdobramento significativo em seu caso de corrupção.
Desde junho de 2025, Kirchner cumpre pena de seis anos em prisão domiciliar, além de ter perdido seus direitos políticos, após ser considerada culpada em um esquema de licitações fraudulentas de obras públicas. O caso remonta aos seus mandatos e ao de seu falecido esposo, Néstor Kirchner.
✨ A apreensão de bens inclui propriedades na província de Santa Cruz e 19 ativos transferidos para seus filhos.
Kirchner e os demais condenados haviam recorrido da decisão que determinou o confisco dos bens. No entanto, a Câmara Federal de Cassação Penal rejeitou este pedido, mantendo a ordem de apreensão estabelecida anteriormente.
A defesa argumentou que não havia conclusões suficientes que ligassem os bens a atividades ilícitas. Gregorio Dalbón, advogado de Kirchner, expressou preocupação com a decisão, mencionando que o Tribunal incluiu bens herdados de Néstor Kirchner, que nunca foi condenado.
Contexto
O caso envolve também Lázaro Báez, um empresário que acumula 84 bens sob a mesma condenação. Kirchner enfrenta ainda outro processo relacionado a corrupção na década de 2000.
A acusação alega que Kirchner foi a principal beneficiária de um sistema de propinas que começou durante a presidência de Néstor Kirchner, envolvendo um grande número de denunciados no processo que pode se estender até 2026.
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