O político criticou a demora na resolução do caso que foi arquivado pela PGR.

O deputado federal e candidato à vice-presidência, Alfredo Gaspar (PL), criticou a demora no arquivamento de uma acusação de estupro feita contra ele durante a CPMI do INSS. A acusação, que foi arquivada na última terça-feira (6) a pedido da Procuradoria Geral da República, foi inicialmente feita pelos parlamentares Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS).
"O que eu posso dizer é que a Justiça demorou um bocado. No primeiro dia, eu disse que era mentira", declarou o candidato na quarta-feira (7).
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento da investigação, que havia sido solicitada pela Polícia Federal na época da denúncia.
✨ A Procuradoria-Geral da República argumentou a falta de provas e as contradições nos depoimentos dos envolvidos, levando ao arquivamento do caso.
A acusação dos parlamentares afirmava que Gaspar teria mantido relações sexuais com uma menor de idade de apenas 13 anos à época, resultando no nascimento de uma filha que hoje tem 8 anos. Gaspar sempre negou as acusações e solicitou ao STF a aceleração de testes de DNA para comprovar sua inocência.
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Jornalista especializado em Política




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