Adriano Pires pede que medidas para o setor de energia aguardem resultado eleitoral.

O economista Adriano Pires, coordenador da área de energia na campanha de Flávio Bolsonaro (PL), solicitou que o governo atual interrompa medidas relacionadas ao setor até a definição do processo eleitoral. Durante entrevista à CNN, Pires mencionou a necessidade de "desligar o rádio", dado o clima de incerteza e a divergência de propostas entre os principais candidatos.
Ele deu como exemplo um decreto que está prestes a ser publicado, regulando o Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center) e abordando fontes de "baixa emissão" em projetos energéticos. Pires criticou a posição do Ministério da Fazenda, que exclui o gás natural e limita os incentivos fiscais às energias renováveis, argumentando a favor da complementaridade das fontes de energia.
Recentemente, o Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou um calendário de leilões de energia elétrica programados para o período entre 2027 e 2029. Pires, no entanto, avaliou como "grave" a conduta do ministro Alexandre Silveira ao anunciar a bandeira verde nas contas de luz nas redes sociais, alegando que isso desrespeita o papel da Aneel na divulgação de informações técnicas.
✨ Pires aponta que as atitudes recentes do MME geram confusão entre investidores e comprometem a governança do setor energético.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política




Operação teve como alvo Raimundo Cutrim, apontado pela investigação como fonte do jornalista Luís Pablo; medida foi solicitada pela Polícia Federal e teve parecer favorável da PGR.

Entidade ressalta compromisso com a verdade e nega vínculos políticos em nota de esclarecimento.

Partido questiona possível relação com fundo co-fundado por J.D. Vance e apresenta documentos.

Potencial de conquistar eleitores indecisos e estratégia de campanha influenciam decisão do presidente.