Setores da economia clamam por transparência e urgência em resposta institucional.

Um manifesto foi divulgado nesta quarta-feira (9) por entidades representativas do agronegócio, da indústria e do comércio, em resposta à crise envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
No documento, os signatários destacam que o Brasil enfrenta uma "crise institucional de extrema gravidade", identificando a Corte como o epicentro dessa situação. Entre as organizações que assinaram o manifesto estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), além de várias outras entidades ligadas ao comércio e ao agronegócio.
A posição do manifesto enfatiza a necessidade de maior transparência e uma resposta institucional do STF. Conforme os autores, a legitimidade de um tribunal é baseada em princípios de imparcialidade e transparência, cuja violação pode comprometer a confiança nas instituições. Eles reclamam que a questão deve ser abordada não apenas por decisões individuais, mas coletivamente pelo plenário da Corte.
✨ "A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo", defende o manifesto.
Os signatários concluem afirmando que a atual controvérsia acentua o desgaste institucional e reiteram que nenhuma autoridade está acima da lei, acrescentando que, apesar de ser o guardião da Constituição, o STF deve obedecer aos princípios de transparência, Justiça e fundamentação nas suas decisões.
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Jornalista especializado em Política

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