Encontro ocorreu na residência oficial do Senado, após primeiro turno das eleições de 2026.

O ministro Edson Fachin, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), se reuniu na manhã desta terça-feira (6) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O encontro ocorreu na residência oficial do Senado e foi solicitado por Fachin para discutir assuntos relativos ao Poder Judiciário que estão em pauta no Congresso Nacional.
A reunião acontece dois dias após o primeiro turno das eleições de 2026, nas quais candidatos de direita tiveram uma performance significativa. De acordo com informações apuradas, uma ala do STF está preocupada com a nova composição do Senado, dado que cerca de 50 senadores se mostram favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo, sendo Alexandre de Moraes o mais visado.
✨ A ala do STF acredita que Davi Alcolumbre saiu das eleições enfraquecido e com menos influência, o que pode impactar sua reeleição como presidente do Senado.
Além de discutir possíveis impeachments, há também receios sobre a futura diminuição das funções da Corte, como a retirada de casos criminais de sua competência, uma ideia que poderá ganhar força entre aliados da nova composição política do Senado.
Na tarde desta terça, Fachin também tem uma reunião agendada com Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, visando transmitir uma mensagem de harmonia ao Judiciário, diferenciando Flávio do seu pai, Jair Bolsonaro, que teve um histórico de conflitos com o STF.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política




Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) mostra disputa apertada; senador também justificou ausência no primeiro debate presidencial

Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a campanha de 2026 em São Bernardo do Campo e aparece à frente no primeiro turno, enquanto pesquisas indicam disputa mais apertada em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro.

Ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária e recebeu autorização do STF para deixar temporariamente a residência; horário da saída será mantido em sigilo por segurança.

Mesmo fora da disputa presidencial, Jair Bolsonaro continua influenciando a campanha da família e o cenário da direita; novas declarações sobre os episódios posteriores à eleição de 2022 também reacendem o debate sobre seu legado.