Celso de Mello classifica carta de Flávio como 'gravidade política extraordinária'

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello, classificou como de 'extraordinária gravidade política' a carta em que Flávio Bolsonaro (PL) se autoproclamava 'presidente eleito' do Brasil. Após a repercussão negativa do texto, o senador, que foi derrotado por Lula (PT) nas eleições recentes, alterou a autoria em sua mensagem para 'líder do Brasil'.
Celso de Mello destacou que 'ninguém adquire um mandato presidencial por autoproclamação' e que a insatisfação com a derrota não pode ser convertida em um título de poder. O ex-presidente do STF fez questão de esclarecer a ilegalidade dessa autoproclamação, afirmando que o apoio estrangeiro, ao qual Flávio se dirigiu, não legitima um mandato presidencial.
✨ 'Nenhum apoio estrangeiro confere mandato presidencial, assim como nenhuma afinidade ideológica entre governantes autoriza a sobreposição de suas preferências à autodeterminação do povo brasileiro.'
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Jornalista especializado em Política




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