Ex-ministro da Fazenda comentou sobre impactos da crise do STF na reeleição de Lula em entrevista ao Estúdio i.

Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad afirmou que o caso Master representa uma oportunidade de se investigar irregularidades no Brasil, que também incluem o Poder Judiciário.
Haddad destacou a relevância de abordar essa situação, afirmando: “Eu sou da opinião de que é uma grande oportunidade de passar o país a limpo, incluindo o Judiciário.”
Ao responder sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal e suas possíveis consequências na campanha de reeleição de Lula, Haddad disse que estava ciente dos indícios de fraudes desde o início, mas não esperava que o Judiciário estivesse envolvido. Ele mencionou que o governo faltou informação para compreender a extensão do caso.
✨ Haddad defendeu a liquidação do banco Master e ressaltou a atuação da Polícia Federal e do Ministério Público na investigação.
Em relação ao primeiro turno das eleições, Haddad avaliou que apesar das realizações do governo, apenas apresentar essa prestação de contas não é suficiente para conquistar o eleitorado.
Ele enfatizou a importância de conectar a campanha com propostas para o futuro e reduzir a angústia dos cidadãos em relação a questões como emprego e mudanças climáticas.
O ex-ministro também comentou que o segundo turno das eleições será “apertadíssimo” e que ainda é cedo para prever o resultado, embora esteja esperançoso com a mobilização em apoio a Lula nas redes sociais e nas ruas.
Sobre possível nomeação para a Casa Civil se Lula vencer, Haddad não confirmou, mas garantiu que continuará atuando na política. “Cidadão eu vou ser sempre e vou atuar sempre na política, de acordo com as minhas convicções,” finalizou.
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Jornalista especializado em Política




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