Decisão do TSE foi provocada por pedido da campanha de Flávio Bolsonaro.

O presidente Lula (PT) anunciou que o partido tomará medidas legais contra a recente decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que suspendeu o canal 'Exército do Lula' no Whatsapp.
Durante um ato na Avenida Paulista, realizado no domingo, Lula afirmou: "Nós vamos hoje, sabe, entrar na Justiça com um pedido do nosso partido, da nossa força, para que a gente equilibre esse jogo. Não vamos aceitar intromissão indevida da Justiça Eleitoral na eleição."
✨ A suspensão do canal atendeu a um pedido da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), que alegou que o canal estava divulgando notícias falsas sobre sua candidatura.
O ministro Kassio Nunes Marques alegou que a plataforma funcionava como uma estrutura de comando único para replicar mensagens já proibidas pela Justiça Eleitoral. Essa decisão contrasta com uma ação anterior do corregedor do TSE, Ricardo Villas Bôas Cueva, que havia dado prazo para que Lula e o deputado André Janones se manifestassem sobre a questão.
Janones criticou a decisão de Nunes Marques, classificando-a como 'censura', e afirmou: "Não é que se Flávio Bolsonaro for eleito a censura vai ser instalada. A censura já começou."
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