Presidente critica prefeitos e empresários que estariam dificultando acesso às urnas.

O presidente Lula (PT) acusou prefeitos e empresários de tentarem dificultar o acesso dos eleitores às urnas durante o segundo turno da eleição presidencial, e classificou a diminuição da frota de ônibus como "sacanagem", "banditismo" e "mau-caratismo".
Em conversa com jornalistas, Lula afirmou que sua campanha acionou o Tribunal Superior Eleitoral para extender o horário de votação até as 19h em algumas cidades impactadas. Ele declarou: "Não vamos permitir que haja roubalheira, banditismo e prefeito bandido".
""Quero fazer um pedido aos eleitores: não desistam de votar. Esperem e votem, porque a democracia tem que sair vencedora deste processo eleitoral."
✨ Na capital paulista, apenas 60% da frota de ônibus estava em circulação, apesar de uma ordem judicial que pedia operação integral dos coletivos durante a votação.
Em Salvador, uma liminar do presidente do TRE-BA determinou a prisão do chefe da pasta de mobilidade urbana, Pablo Souza, por reter veículos. Souza, que se encontra em Paris, deve retornar para prestar esclarecimentos.
O diretório do PT local também solicitou a prisão do prefeito Bruno Reis (União), aliado de Flávio Bolsonaro (PL), pedido que ainda deve ser avaliado pela Justiça.
Lula também ironizou a ausência do secretário de mobilidade urbana e criticou as tentativas de dificultar o acesso dos eleitores às urnas, relembrando atos de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal no dia da votação em 2022.
Relatos de problemas no transporte público também foram registrados em outras cidades como Petrópolis (RJ) e João Pessoa (PB), além de filas em Sergipe, onde o Departamento Estadual de Infraestrutura Rodoviária aumentou a frota em resposta à alta demanda.
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