Confederação Nacional do Comércio solicita adiamento na implementação das novas regras.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, foi sorteado nesta quarta-feira, 4, para analisar uma ação proposta pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
A CNC busca um adiamento do cronograma para a implementação do fim da escala 6×1, que foi definido na emenda constitucional promulgada pelo Congresso Nacional em outubro, que reduz a carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas e garante dois dias de descanso remunerado por semana.
✨ A ação não contesta a mudança de carga horária nem o segundo dia de descanso, mas questiona a viabilidade dos prazos de adaptação e as regras de transição para o setor produtivo.
A emenda prevê uma implementação gradual: a redução para 42 horas deve ocorrer 60 dias após a publicação, seguida pela meta de 40 horas, que terá um prazo de mais 12 meses. A CNC solicita que a primeira fase de transição seja transferida de 16 de dezembro de 2026 para 16 de outubro de 2027, e que o limite final seja exigido apenas a partir de outubro de 2028.
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