Campanha busca identificar não-cidadãos registrados para votar com base em vasta coleta de dados.

Uma ampla investigação do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) visa desmantelar possíveis fraudes eleitorais, focando na identificação de não-cidadãos registrados para votar. Sob a gestão do governo Trump, essa operação questiona a integridade do sistema de votação nacional, se baseando em uma vasta análise de dados.
Os documentos obtidos pela CNN revelam que a iniciativa utilizou mais de 99 milhões de registros para examinar minuciosamente grupos sem fins lucrativos envolvidos no registro de eleitores. Estratégias incluem o envio de agentes infiltrados para investigar organizações desses grupos suspeitos de auxiliar não-cidadãos a se registrarem ilegalmente.
✨ As análises não encontraram irregularidades em diversas organizações, apesar das operações de busca e contratações de investigadores.
A investigação está sendo conduzida pela divisão de Investigação de Segurança Interna (HSI), que processou 50,6 milhões de registros do Departamento de Justiça e outros 48,4 milhões provenientes de fontes independentes, visando identificar alvos suspeitos de fraude.
Em declarações, a presidente da Democracy Forward criticou a operação, afirmando que o movimento parece tentar escolher os eleitores ao invés de respeitar o processo democrático legítimo. Entretanto, várias análises realizadas não apresentaram indícios de irregularidades nas organizações investigadas em estados como Nova Jersey e Pensilvânia.
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