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Polícia Federal investiga refinaria e bloqueia R$ 52 bilhões em ativos

Ministro da Fazenda destaca impacto da operação na arrecadação federal

Carlos Silva15 de maio de 2026 às 13:55
Polícia Federal investiga refinaria e bloqueia R$ 52 bilhões em ativos

Nesta sexta-feira (15), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que a operação 'Sem Refino' da Polícia Federal, que investiga a refinaria Refit, poderá impactar a arrecadação federal, devido à dívida da empresa estimada em R$ 52 bilhões.

Operação Sem Refino e dívida da Refit

A operação teve como alvo um conglomerado econômico do setor de combustíveis, que é investigado por suspeitas de crimes financeiros e fiscais. Como parte das medidas, a Justiça ordenou o bloqueio de ativos financeiros do grupo no valor de R$ 52 bilhões, além da suspensão de suas atividades econômicas.

Dívida estimada da Refit com o Fisco atinge R$ 52 bilhões.

Além da Refit, a operação envolve o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o empresário Ricardo Magro, proprietário da refinaria, que estão sendo investigados por diversas infrações. As autoridades estão avaliando discrepâncias entre o petróleo processado e o que foi declarado à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Medidas governamentais contra a sonegação fiscal

O governo federal tem se dedicado a intensificar a luta contra a sonegação fiscal, com foco naqueles identificados como 'devedores contumazes'. Em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma nova legislação que impõe penalidades mais severas a contribuintes que demonstram má-fé em suas declarações fiscais.

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"O combate ao crime econômico organizado e à sonegação bilionária protege a concorrência, a arrecadação pública e a economia do país", afirmou o ministro Durigan em suas redes sociais.

Em resposta às alegações, a Refit declarou que está resolvendo suas questões tributárias de forma judicial e administrativa, esclarecendo que as dívidas derivam de administrações anteriores. A empresa também afirmou que nunca falsificou declarações fiscais e que os laudos das cargas apreendidas confirmam a legalidade de suas importações.

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