Justiça nega pedido de liberdade ao agente da Polícia Civil.

O agente da Polícia Civil Frede Uilson teve sua prisão temporária mantida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, após ser detido pelo assassinato de uma passageira de um carro de aplicativo.
Na tarde deste sábado (9), Uilson participou de uma audiência de custódia, onde o pedido de revogação de sua prisão, solicitado pela defesa, foi recusado. O caso está sob investigação pela Delegacia de Homicídios da Capital.
O incidente ocorreu no dia 7 de dezembro, na região da Taquara, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Civil, houve uma discussão no trânsito entre Frede Uilson e o motorista do veículo de aplicativo, que resultou em disparos feitos pelo policial em direção ao carro.
✨ Thamires Rodrigues de Souza Peixoto, a passageira, foi fatalmente atingida nas costas por um tiro, que atravessou o vidro traseiro do veículo.
A vítima foi levada pelo motorista para a UPA da Cidade de Deus, mas não sobreviveu aos ferimentos. Imagens de câmeras de segurança capturaram o momento da tragédia, mostrando a manobra do carro de aplicativo e o posterior disparo do policial.
Na sexta-feira (8), a Delegacia de Homicídios prendeu Frede Uilson, e a Corregedoria-Geral de Polícia Civil afastou-o de suas funções, iniciando um procedimento administrativo. A polícia reafirma seu compromisso com a ética e a justiça.
Thamires, que deixou duas filhas, foi sepultada no Cemitério de Irajá no sábado, causando comoção entre familiares e amigos.
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Jornalista especializado em Política

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