ABC, CBS, NBC, Fox News e outras se uniram em apoio à emissora após decisão do governo Trump.

As principais redes de televisão nos Estados Unidos estão se unindo em apoio à CNN, recusando-se a substituir sua equipe de imprensa na Casa Branca. A posição vem após o governo do presidente Donald Trump proibir a emissora de cumprir suas funções designadas nesta segunda-feira (21).
Em uma declaração conjunta, ABC, CBS, CNN, Fox News e NBC afirmaram: “O público tem um interesse vital em receber informações precisas e independentes sobre seu governo. Nenhuma administração deve restringir uma organização de notícias por discordar de suas reportagens.”
A decisão coletivamente afirmada significa que a equipe de transmissão segurada não cobrirá eventos designados para a cobertura conjunta do presidente Trump. O chefe da sucursal da Fox News em Washington, Bryan Boughton, informou sobre a medida por meio de um e-mail, afirmando que a Casa Branca está impedindo a CNN de cumprir suas obrigações como membro do grupo de jornalistas.
✨ As emissoras de TV locais e veículos de comunicação internacionais dependem da cobertura da CNN, e a atual proibição resulta em um prejuízo significativo para a sorvegação de notícias.
Kaitlan Collins, da CNN, abordou a situação explicando que, devido à estratégia de pool, não haverá transmissão ao vivo das ações do presidente. A disputa se intensificou após Trump anunciar que estava 'banindo' a CNN e outros veículos da Casa Branca na sexta-feira (18), resultando em uma ação judicial por parte dos três meios de comunicação.
Com um acordo de longa data entre as cinco redes, a CNN estava escalada para atuar como a emissora principal que acompanharia Trump a Nova York. A Hearst, proprietária de emissoras locais, foi listada como a equipe secundária, indicando que as funções da equipe primária não seriam desempenhadas.
O presidente reiterou a proibição em uma publicação, caracterizando-a como parte da cobertura conjunta que, historicamente, permite que uma única equipe forneça informações para várias organizações de notícias em espaço limitado.
A CNN confirmou que sua missão de reportar o governo dos Estados Unidos continuará independente de restrições, definindo a proibição como um ataque ilegal ao seu direito de fazer reportagens sem interferência governamental.
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Jornalista especializado em Política

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