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política
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Romeu Zema propõe intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro

Candidato à presidência destaca a necessidade de acompanhamento contínuo

Gabriel Rodrigues06 de agosto de 2026 às 15:50
Romeu Zema propõe intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro

O candidato à presidência da República, Romeu Zema, do partido Novo, defendeu, em uma sabatina realizada pela GloboNews, a implementação de uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, enfatizando a necessidade de um acompanhamento contínuo das ações.

Zema ressaltou que essa nova intervenção precisa ser diferente das anteriores, comparando-as ao tratamento de câncer que, sem acompanhamento, pode levar à recaída. Para ele, é essencial que a ação perdure até que facções criminosas deixem de dominar determinadas áreas do estado.

O candidato sugere que uma intervenção poderia durar até 20 anos.

Ele ainda não especificou uma data para a possível intervenção, mas apontou que as discussões devem envolver o novo governador e o prefeito, assim como especialistas em segurança pública e representantes da sociedade civil. 'Esse será um processo colaborativo', afirmou Zema.

Justificativas e Exemplos

Zema utilizou a situação da Light, empresa de energia do Rio, como exemplo da gravidade do controle das facções, mencionando que 52% da energia fornecida pela companhia não é paga e que o crime organizado arrecada anualmente R$ 1 bilhão.

Ele também se inspirou no modelo de segurança do presidente salvadorenho, Nayib Bukele. No entanto, Zema se distanciou de práticas polêmicas como detenções sem mandado e restrições processuais, focando na elevação do ‘custo do crime’ e na ampliação do sistema prisional.

  • 1Construção de mais presídios.
  • 2Mudança na legislação para prisão preventiva após múltiplas ocorrências.
  • 3Classificação de organizações criminosas como terroristas para tráfego de recursos e controle territorial.

Ele se comprometeu a tratar organizações criminosas como terroristas, o que permitiria o uso de forças federais e mobilização de recursos para combater essas facções, enfatizando a urgência da retomada de áreas dominadas pelo crime.

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