Medida cautelar se baseia em risco concreto de fuga após eleições.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), definiu que a proibição para Flávio Bolsonaro, senador e candidato derrotado nas eleições presidenciais, de deixar o país é uma medida "lógica e natural" devido ao risco de evasão. A decisão foi emitida após um pedido da Polícia Federal, que também determinou a entrega e o cancelamento dos passaportes do senador.
Flávio Bolsonaro criticou a ordem e reforçou que não pretendia deixar o Brasil, mesmo após a derrota eleitoral. A Polícia Federal investiga sua saída do país, que ocorreu sem o cumprimento do prazo de 24 horas para a entrega do passaporte estabelecido na ordem judicial.
✨ As medidas cautelares impostas a Flávio Bolsonaro se baseiam em indícios de envolvimento em lavagem de dinheiro, sendo consideradas apropriadas na fase atual da investigação.
O ministro Moraes justificou a restrição de viajar ao afirmar que, em um cenário de investigação, proibições como essa se tornam essenciais para garantir a ordem pública e a aplicação da legislação. A decisão reflete preocupações sobre a possibilidade de que Flávio Bolsonaro utilizasse sua influência e recursos econômicos para deixar o Brasil sob a alegação de perseguição política.
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