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Saúde
2 min de leitura

Anvisa não vê emergência em saúde após furto de amostras na Unicamp

Evidências indicam que o furto está atrelado a interesses de pesquisa de professores da universidade

Gabriel Rodrigues31 de março de 2026 às 16:05
Anvisa não vê emergência em saúde após furto de amostras na Unicamp

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não há, até o momento, evidências de emergência em saúde pública relacionadas ao furto de amostras virais de um laboratório da Unicamp, em Campinas (SP). A Anvisa ressaltou que não possui a responsabilidade pela supervisão de laboratórios de pesquisa científica, mas que, com base nas informações disponíveis, a hipótese de uma situação de emergência não foi constatada.

Investigação e Suspeitas

Atualmente, o caso está sendo conduzido pela Polícia Federal sob sigilo. A Anvisa tem colaborado tecnicamente nas investigações que possibilitaram a recuperação das amostras roubadas. As autoridades apontam como suspeitos a professora Soledad Palameta Miller e seu esposo, o veterinário e doutorando Michael Edward Miller. Até o momento, as investigações indicam que a motivação por trás do furto está ligada a interesses de pesquisa do casal, afastando a hipótese de terrorismo biológico.

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Em respeito à autoridade legal da PF e para não comprometer a integridade das investigações em curso, a Universidade não se pronunciará, por ora, sobre o conteúdo específico dos materiais em questão.

As amostras recuperadas incluem vírus da dengue, Zika, chikungunya, e outros patógenos significativos.

Contexto

A pesquisa e o manejo de vírus é um tema sensível, sendo crucial garantir a segurança e a ética nas manipulações laboratoriais.

  • 1Dengue
  • 2Zika
  • 3Chikungunya
  • 4Epstein-Barr
  • 5Coronavírus
  • 6H1N1
  • 7H3N9

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