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Saúde
2 min de leitura

Cuidados ao consumir chás: ervas que exigem atenção

Conheça as ervas que podem causar riscos à saúde

Gabriel Azevedo14 de abril de 2026 às 16:15
Cuidados ao consumir chás: ervas que exigem atenção

A popularidade do uso de ervas e plantas medicinais para preparar chás é uma tradição que atravessa culturas e tempos, sendo uma alternativa natural para promover a saúde. Apesar disso, é essencial ter consciência dos riscos associados ao consumo indiscriminado dessas substâncias.

Estudos mostram que muitas plantas possuem propriedades terapêuticas que podem aliviar sintomas e ajudar a equilibrar o corpo. No entanto, a interação com medicamentos e possíveis efeitos colaterais tornam crucial a consulta a profissionais de saúde antes de incluí-las na dieta.

Ervas que devem ser consumidas com precaução

  • 11. Carqueja: Não é recomendada para grávidas ou lactantes e deve ser evitada por pessoas com problemas hepáticos.
  • 22. Boldo: Eficaz para problemas digestivos, mas contraindicado em doenças hepáticas graves e para mulheres grávidas, devido a riscos associados.
  • 33. Erva-de-são-joão: Embora utilizada para depressão leve, pode interferir com diversos medicamentos, reduzindo sua eficácia.
  • 44. Cavalinha: Contraindicada para pacientes com insuficiência renal ou cardíaca, e pode provocar efeitos colaterais como dor de cabeça se usada em excesso.
  • 55. Guaco: Auxilia em problemas respiratórios, mas pode afetar a coagulação do sangue e causar vômitos em doses elevadas.
  • 66. Chá verde: O consumo excessivo pode interagir com medicamentos e deve ser moderado, especialmente em grávidas devido ao seu teor de cafeína.
  • 77. Camomila: Enquanto é normalmente segura, o uso em excesso pode causar contrações uterinas, sendo importante cautela para grávidas.

Utilize ervas e plantas com responsabilidade para evitar complicações.

O consumo de chás não é isento de riscos; portanto, a orientação de um profissional de saúde é imprescindível, especialmente para gestantes, lactantes e pessoas com condições de saúde pré-existentes ou que estejam sob medicação.

Além disso, é fundamental atentar-se às dosagens. Conforme ressalta a Anvisa, a utilização contínua de uma mesma planta medicinal pode resultar em efeitos adversos, tornando essencial saber a quantidade e a frequência de uso.

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