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Saúde
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Força muscular reduz mortalidade em mulheres idosas, indica estudo

Pesquisa mostra que força muscular está ligada à longevidade feminina

Gabriel Rodrigues21 de julho de 2026 às 13:10
Força muscular reduz mortalidade em mulheres idosas, indica estudo

Um estudo importante publicado recentemente no JAMA revela que a força muscular reduz significativamente a mortalidade em mulheres idosas, indicando uma relação direta com a longevidade.

A pesquisa analisou um grupo de 5.472 mulheres com idades entre 63 e 99 anos durante cerca de oito anos, destacando que aquelas com melhores resultados em testes de força muscular apresentaram um risco de morte até 33% menor.

Envelhecimento saudável

Atualmente, o Brasil possui 33 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, levando a necessidade de estratégias efectivas para promover um envelhecer saudável, como enfatiza o Dr. Breno Giestal, cardiologista do Alta Diagnósticos.

Segundo ele, a saúde muscular está intimamente ligada à saúde cardiovascular e à manutenção da autonomia e qualidade de vida.

A força muscular é um indicador-chave de saúde e longevidade em idosos.

Importância dos músculos

A pesquisa utilizou acelerômetros para medir os níveis de atividade e sedentarismo, confirmando que os benefícios da força muscular na longevidade permanecem mesmo após considerar outros fatores.

Dr. Breno reiterou que a preservação da força muscular se traduz em maior capacidade funcional e independência.

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Perdas musculares aceleradas aumentam o risco de doenças e fragilidade, refletindo diretamente na qualidade de vida dos idosos.

Músculos como órgãos metabólicos

Exercícios físicos fortalecem não apenas os músculos, mas também regulam o metabolismo e reduzem inflamações, levando a melhores condições de saúde ao longo da vida.

Diagnóstico da fragilidade

A Dra. Laura Mendonça, reumatologista, alerta para a relação entre a perda de massa muscular e a saúde óssea, destacando a importância de avaliar a composição corporal para prevenção de quedas e fraturas.

Ferramentas modernas, como a densitometria óssea avançada, são essenciais para essa avaliação, permitindo intervenções preventivas e a promoção de atividades físicas para idosos.

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