A ação visa desarticular organização criminosa envolvida na comercialização ilegal de vinhos argentinos no Brasil.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15), a Operação Nerovino para desarticular uma organização criminosa suspeita de introduzir, armazenar, distribuir e comercializar vinhos de origem argentina no Brasil sem o recolhimento de tributos federais.
Além das buscas, a Justiça Federal decidiu pelo sequestro de veículos e imóveis vinculados aos investigados, visando impedir a dissipação de patrimônio adquirido com recursos oriundos das atividades ilícitas.
✨ As investigações apontam que bens eram registrados em nome de familiares e de terceiros, dificultando a fiscalização.
A ação teve apoio da Receita Federal em um dos alvos, onde havia suspeitas sobre o armazenamento de mercadorias introduzidas irregularmente no país. As investigações começaram após a apreensão de cerca de 4.200 garrafas de vinho em um depósito na Região Metropolitana de Curitiba.
A operação cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em municípios em quatro estados e no Distrito Federal, atingindo cidades como Curitiba, Volta Redonda e Brasília.
O grupo investigado utilizava empresas de fachada para a introdução ilegal de vinhos argentinos, realizando transporte e distribuição a revendedores em todo o Brasil. Os envolvidos poderão ser responsabilizados por crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Suspeito é considerado foragido com mandado de prisão em aberto

Com o nome de Força Integrada IV, ação envolve 19 estados e busca desmantelar organizações criminosas.

Grupo é suspeito de movimentar R$ 60 milhões com venda de aparelhos sem impostos.

Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, foi achada no banheiro com tiro na cabeça ao lado de arma do marido.