Estimativas apontam para 6,40 milhões de toneladas de soja e 6,87 milhões de milho.

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) ajustou a previsão de exportação de soja do Brasil para 6,40 milhões de toneladas em outubro, uma leve diminuição em relação à estimativa anterior de 6,55 milhões de toneladas, resultando em um recuo de 2,2%. Este volume representa o mesmo nível de embarque registrado em outubro de 2025, conforme o relatório divulgado pela entidade.
Em contrapartida, a expectativa para as exportações de milho foi elevada para 6,87 milhões de toneladas, superando a previsão anterior que estimava 6,41 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 7,2%. Comparado ao ano passado, quando 5,69 milhões de toneladas foram exportadas, essa projeção representa um aumento de 20,7%.
✨ No acumulado de janeiro a outubro, as exportações de soja somam 107,80 milhões de toneladas, indicando um aumento de 6,2% em relação ao mesmo período de 2025.
Por outro lado, as exportações de milho, nesse mesmo intervalo, totalizam 26,34 milhões de toneladas, representando uma queda de 11,2% em comparação às 29,64 milhões de toneladas exportadas no ano anterior.
A estimativa para o farelo de soja neste mês também foi revista, passando de 2,55 milhões para 2,52 milhões de toneladas, uma redução de 1,4%. Contudo, este número ainda mostra um aumento significativo de 45,9% em relação às 1,73 milhão de toneladas exportadas em outubro de 2025. Em termos acumulados, espera-se que os embarques cheguem a 21,83 milhões de toneladas, um crescimento de 14,1% em relação ao ano passado.
Entre 18 e 24 de outubro, os embarques de soja devem totalizar 1,61 milhão de toneladas, um avanço de 30,4% em comparação com a semana anterior, enquanto para o milho, a previsão é de 1,84 milhão de toneladas, marcando uma alta de 51,2%. As vendas de farelo de soja também estão em alta, com 699,1 mil toneladas programadas.
Os principais portos para embarque de soja nesta semana estão Santos, Paranaguá e Rio Grande. A China segue sendo o principal destino da soja brasileira, representando 70% dos embarques, enquanto o Egito lidera as importações de milho.
A Anec enfatiza que essas estimativas se baseiam na programação de embarques e podem ser alteradas devido a condicionantes operacionais e logísticas.
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