Exportações de carne bovina para a China enfrentam altas tarifas e o Brasil busca rotas alternativas.

As exportações de carne bovina brasileira enfrentam desafios, especialmente com a sobretaxa imposta pela China. Apesar disso, outros mercados como Estados Unidos, Chile e Rússia estão absorvendo a queda nas exportações para o gigante asiático.
A carne do Brasil, que não possui tarifas nos EUA, está encontrando rotas alternativas em meio à cota chinesa que é de 1,1 milhão de toneladas.
✨ As tarifas chinesas chegam a 67%, tornando inviável a continuidade das exportações para esse mercado.
Enquanto busca uma solução para as tarifas, o Brasil está explorando novos mercados. A cota para a China expirou em setembro, e até agosto, o país exportou 873 mil toneladas de carne bovina, marcando uma redução em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 948 mil toneladas.
Outros países estão aumentando suas importações, com os EUA passando de 176 mil para 241 mil toneladas, Chile subindo de 80 mil para 106 mil toneladas e a Rússia crescendo de 60 mil para 83 mil toneladas. O México apresentou um leve recuo, com 66 mil toneladas.
O setor produtivo brasileiro está otimista e espera retomar as negociações com a China, tendo como objetivo expandir a cota para recuperar o volume de exportações.
No ano passado, o Brasil exportou 3,1 milhões de toneladas de carne bovina. Até o momento, foram 1,91 milhão de toneladas e, se a tendência se mantiver, o Brasil pode ultrapassar 3,15 milhões de toneladas até o final do ano, estabelecendo um novo recorde.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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