Fenômeno climático ameaça safras recordes de anos anteriores.

No Rio Grande do Sul, o fenômeno climático El Niño deve impactar negativamente a produção de uvas e azeite, que alcançaram safras recordes nos anos anteriores. Especialistas alertam que as condições climáticas atuais não favorecem a repetição desse desempenho.
A produção de azeite de oliva, que em 2026 atingiu um recorde histórico de mais de 1 milhão de litros, e a safra de uva, que totalizou 960.000 toneladas, estão ameaçadas. O excesso de umidade e a diminuição das horas de frio podem prejudicar a floração e a maturação das frutas.
✨ Condições nubladas interferem na fotossíntese, reduzindo o vigor das plantas e aumentando o risco de doenças fúngicas.
O setor de uva e vinho projeta uma safra menor, com o aumento do uso de defensivos, que pode passar de 12-15 para mais de 20 aplicações durante o ciclo, devido ao excesso de chuva. A olivicultura enfrenta desafios semelhantes, pois a floração é sensível à umidade excessiva. Os produtores estão cientes de que a qualidade e a quantidade da produção podem não ser alcançadas, representando um grande desafio para o setor agrícola no estado.
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