Floricultura na Serra do Caparaó gera R$ 10 milhões e 8 mil empregos
Região se destaca pela produção sustentável de flores e plantas ornamentais

A floricultura na Serra do Caparaó, localizada no Espírito Santo, tem se consolidado como um pilar vital da economia local, gerando anualmente mais de R$ 10 milhões e criando aproximadamente 8 mil postos de trabalho.
Produção Diversificada
A região apresenta um clima favorável à cultivação de uma ampla variedade de flores e plantas ornamentais, incluindo espécies tropicais e de clima temperado. O sítio Santana, em Guaçuí, é um exemplo notável, especializando-se na produção do famoso 'beijo do Caparaó', com 11 variedades híbridas.
Práticas Sustentáveis
A prática de cultivo na Serra do Caparaó se destaca pelo compromisso com a sustentabilidade, adotando métodos que priorizam:
- 1Uso de técnicas biológicas em vez de agrotóxicos
- 2Estruturas projetadas para garantir limpeza e controle eficiente de pragas
- 3Colaboração com instituições para promover o controle biológico
Mercado em Expansão
Além de impactar a economia de pelo menos 15 municípios, a floricultura capixaba ocupa uma área total de 160 hectares. A procura crescente por flores frescas, adaptadas ao clima local, sinaliza um grande potencial para a expansão desse setor.
✨ Plantas de corte e de vaso produzidas na região oferecem frescor e durabilidade, beneficiando consumidores e eventos.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Agronegócio

Urucum: pigmento natural impulsiona agricultura brasileira
Cultura vai além da culinária e aquece a economia agrícola

Produção Agropecuária do Paraná deve atingir R$ 212,6 bilhões em 2025
Setor agrícola mostra crescimento impulsionado por grãos e proteínas animais

Mercado de soja no Brasil apresenta estabilidade e baixa liquidez
Movimentação nos portos e menores preços refletem cautela

Produção de feijão no Paraná cai 38% em 2026 devido ao clima
Estimativas apontam queda acentuada em relação à safra anterior





