Cereais, óleos vegetais e açúcar puxaram alta, enquanto carnes recuaram.

O Índice de Preços de Alimentos da FAO, que monitora as cotações de itens agrícolas, atingiu uma média de 136 pontos em setembro de 2026. Este valor representa um aumento de 2 pontos, ou 1,5%, em comparação ao nível revisado de agosto de 2026.
Os aumentos foram liderados pelos preços de cereais, óleos vegetais e açúcar, enquanto os preços das carnes registraram uma modesta queda e os laticínios permaneceram estáveis. Em comparação ao mesmo mês de 2025, o índice subiu 7,4 pontos, resultando em um acréscimo de 5,8%.
✨ Os preços dos cereais subiram significativamente, com destaque para o trigo, que teve uma alta mensal de 6,3% impulsionada por restrições logísticas e condições climáticas.
O subíndice de cereais subiu para uma média de 122,8 pontos, com um crescimento de 6,0 pontos em relação ao mês anterior. Já os preços dos óleos vegetais atingiram 198,6 pontos, refletindo um aumento de 1,8 ponto, puxado especialmente pelo óleo de palma.
A média dos preços do açúcar em setembro foi de 114,0 pontos, apresentando um incremento de 6,5 pontos. Essa alta é atribuída à expectativa de uma oferta global mais restrita para a safra 2026/27.
Em contraste, o subíndice de carnes caiu para 127,9 pontos, com uma diminuição de 1,5 ponto. A queda foi provocada por uma redução nos preços das carnes de frango e suína, enquanto os preços das carnes bovina e ovina se mantiveram estáveis.
Os laticínios apresentaram uma leve queda, com uma média de 119,1 pontos em setembro, em decorrência de quedas nos preços dos queijos, que foram quase compensadas por aumentos nos preços do leite em pó.
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