Produtores aceleram colheita para minimizar perdas com podridão de raízes.

A mandioca na região de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, apresenta um desenvolvimento inicial satisfatório. No entanto, o excesso de umidade registrado durante o ciclo resultou em podridão de raízes, especialmente em áreas com maior adensamento e drenagem deficiente.
De acordo com informações da Emater/RS-Ascar, divulgadas em seu Informativo Conjuntural, os produtores estão acelerando a colheita para mitigar perdas. Na área sob supervisão da Emater/RS-Ascar em Santa Rosa, a boa insolação e o tempo firme têm favorecido o desenvolvimento inicial da cultura, com as manivas mostrando brotações e as recém-plantadas apresentando boas perspectivas de emergência.
✨ As lavouras que já estão em fase de colheita registraram uma leve redução na produtividade em comparação com ciclos anteriores, devido à ocorrência de podridão de raízes em áreas mais afetadas.
O fenômeno da podridão de raízes foi mais evidenciado em regiões com maior densidade de plantas e a umidade excessiva do solo favoreceu o surgimento da doença, aumentando o risco de perdas na produção. Como resposta, os agricultores têm antecipado a colheita das áreas impactadas.
Parte das raízes coletadas está sendo armazenada em congeladores nos próprios estabelecimentos. A produção de mandioca na região é voltada, em grande parte, para o autoconsumo das famílias e a alimentação animal, embora alguns agricultores também comercializem pequenas quantidades diretamente aos consumidores.
O cenário atual combina boas condições para as áreas recém-plantadas com desafios para aquelas em colheita, uma vez que o tempo firme e a insolação têm auxiliado na brotação e emergência, enquanto a umidade excessiva prejudicou as raízes e motivou a antecipação dos trabalhos no campo.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Agronegócio

O setor agrícola enfrenta desafios financeiros, com medidas do governo buscando aliviar a situação.

Aumento nas exportações e abertura de novos mercados impulsionam o setor.

Produção de 5,91 milhões de sacas impulsionada por condições climáticas favoráveis

Produção de laranja, uva e banana cresce em São Paulo em 2023, aponta pesquisa do IBGE