Análises indicam flutuações de preços no Brasil e no cenário internacional após divulgação de relatório do USDA.

O mercado de soja no Brasil encerrou março com uma variedade de preços, segundo informações do analista Rafael Silveira da consultoria Safras & Mercado. As melhores cotações foram observadas pela manhã, quando surgiram ofertas mais competitivas.
Com o lançamento do relatório do USDA, a Bolsa de Chicago viu uma elevação, criando novas oportunidades para vendas. Contudo, ao longo do dia, a dinâmica mudou. Os prêmios começaram a se ajustar, acompanhando uma queda consistente no valor do dólar, resultando em cotações sem um padrão claro. No que diz respeito aos portos, as movimentações foram limitadas, enquanto o comércio interno seguiu um passo moderado.
✨ Principais preços da soja em diferentes regiões do Brasil: Passo Fundo: alta para R$ 124,50, Santa Rosa: R$ 125,50, Cascavel: R$ 120, Rondonópolis: R$ 112, Dourados: R$ 113, Rio Verde: R$ 109, Paranaguá: R$ 130, Rio Grande: R$ 130,50.
No âmbito global, os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago encerraram com valorização, em resposta ao relatório sobre a intenção de plantio do USDA. A estimativa para a área plantada nos EUA em 2026 foi de 84,7 milhões de acres, um número abaixo do esperado pelo mercado, que previa 85,55 milhões.
"O aumento da área plantada será de 4% em relação ao ano anterior, quando a colheita ocupou 81,225 milhões de acres.
Os estoques de soja em 1º de março foram projetados em 2,10 bilhões de bushels, subindo 10% em relação ao ano anterior e acima da previsão de 2,08 bilhões.
O dólar comercial caiu 1,25% no fechamento, cotado a R$ 5,1800 na venda. O intervalo durante o dia variou de R$ 5,1790 a R$ 5,2365, com uma alta de 0,91% acumulada em março e uma queda de 5,61% no trimestre.



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Jornalista especializado em Agronegócio

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