Indústria de frango brasileira mostra concentração e competitividade

A indústria de frango no Brasil destaca-se pela sua estrutura robusta que abrange desde a produção até a exportação, refletindo a grande capacidade de abate do setor. Em um ranking elaborado por especialistas, a JBS/Seara sobressai com a impressionante marca de cerca de 2 bilhões de aves abatidas anualmente.
Em seguida, a MBRF ocupa a segunda posição, com aproximadamente 1,7 bilhão de aves abatidas por ano. A Lar Cooperativa Agroindustrial, responsável por cerca de 1,1 milhão de aves por dia, encontra-se em terceiro lugar, enquanto a Aurora Coop é quarta, com um volume diário entre 600 e 700 mil aves.
Outras empresas significativas incluem a Copacol, que abate entre 550 e 600 mil aves diariamente, e o GT Foods/Grupo Canção, na sexta colocação, com uma capacidade de 650 mil aves por dia. A C.Vale Cooperativa Agroindustrial segue em sétimo lugar, abatendo entre 630 e 660 mil aves.
Na sequência, a SSA/Super Frango aparece na oitava posição, com 400 a 450 mil aves diárias, e a Vibra Foods em nono, com um abate de 350 a 400 mil aves. Por fim, a Pif Paf Alimentos completa a lista das dez maiores, movimentando entre 300 e 350 mil aves ao dia.
✨ Esses números representam uma cadeia de produção integrada que inclui produtores, cooperativas, frigoríficos, e operações de exportação.
Magno Cavalcante salienta que a dinâmica da indústria poderá ser impactada por novos investimentos, expansões de capacidade e aquisições, além de melhorias na eficiência industrial, que podem alterar o cenário competitivo nos próximos anos.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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