Voltar
economia
2 min de leitura

Brasil possui US$ 22 trilhões em recursos naturais estratégicos

Estudo revela ranking global de reservas, com Brasil em destaque

Camila Souza Ramos27 de maio de 2026 às 02:30
Brasil possui US$ 22 trilhões em recursos naturais estratégicos

Um recente estudo revela que o Brasil detém aproximadamente US$ 22 trilhões em recursos naturais, destacando a diversidade e a importância estratégica de suas reservas.

Ranking de Recursos Naturais

De acordo com Gustavo Spadotti A. Castro, chefe-geral da Embrapa Territorial, a Rússia lidera a lista com impressionantes US$ 75 trilhões em recursos, principalmente em carvão, gás natural e petróleo. Os Estados Unidos ocupam o segundo lugar, com reservas avaliadas em US$ 45 trilhões, e a Arábia Saudita segue em terceiro, totalizando US$ 34 trilhões, devido às suas vastas reservas de petróleo e gás.

O Brasil se destaca por sua biodiversidade e a combinação de diversos recursos como ouro, urânio, ferro e madeira.

Com um portfólio que inclui petróleo, gases naturais e uma rica diversidade biológica, o Brasil se posiciona à frente de economias como a Austrália e a Venezuela. Essa riqueza natural não se limita ao valor financeiro; sua diversidade permite múltiplas oportunidades de desenvolvimento, especialmente nas áreas de agro, bioeconomia e agricultura sustentável.

Entretanto, o estudo aponta que o principal desafio do Brasil é transformar essa riqueza em um valor tangível para o crescimento econômico. Embora países com menos recursos consigam tirar maior proveito de seus ativos, o país precisa desenvolver estratégias eficazes para maximizar seu potencial e promover a inovação e competitividade.

Informação Adicional

O levantamento foi realizado em 2021 e baseia-se em dados da Statista, o que destaca a importância contínua da gestão sustentável e inovadora dos recursos naturais.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia