Voltar
economia
2 min de leitura

Crescimento do PIB brasileiro surpreende apesar de incertezas

Economia cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026, aliviando temores.

Fernanda Lima02 de junho de 2026 às 08:45
Crescimento do PIB brasileiro surpreende apesar de incertezas

No primeiro trimestre de 2026, a economia brasileira apresentou um crescimento de 1,1%, superando as expectativas e proporcionando um alívio em meio a um cenário de inflação elevada e um mercado de trabalho debilitado.

Cenário Global e suas Implicações

De acordo com uma análise realizada pelo Rabobank, o cenário global permanece repleto de riscos geopolíticos, principalmente devido à ausência de acordos entre os Estados Unidos e o Irã, apesar da prorrogação do cessar-fogo. Nos EUA, a segunda revisão do PIB do primeiro trimestre mostrou uma expansão, no entanto, em um ritmo mais lento do que o inicialmente previsto.

Nos EUA, o núcleo da inflação, medido pelo PCE, teve um incremento de 0,2%, abaixo da expectativa de 0,3%, impactando a direção das taxas de juros.

Destaques da Economia Brasileira

O crescimento do PIB brasileiro foi impulsionado principalmente pelo setor de serviços, que cresceu 2,1% em relação ao ano anterior. O consumo das famílias também se recuperou, subindo 1,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

"

A inflação medido pelo IPCA-15, embora tenha desacelerado, ficou acima das expectativas, avançando 0,62% em maio, pressionada por alimentos e energia elétrica.

O superávit primário do Governo Central foi de R$ 25,2 bilhões em abril, impulsionado por receitas que superaram as despesas.

Perspectivas para o Futuro

Enquanto isso, o mercado de trabalho demonstrou uma abertura líquida de apenas 85,888 mil vagas formais, abaixo das previsões. Na questão cambial, o dólar foi cotado a R$ 5,0357, mas as previsões indicam uma possível alta até R$ 5,35 até o final do ano.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia