Aumento é impulsionado por emissões e juros positivos

A dívida pública federal do Brasil atingiu R$ 9,032 trilhões em maio de 2026, refletindo um crescimento de 2,66% em relação ao mês anterior, quando somava R$ 8,798 trilhões. As informações foram disponibilizadas pelo Tesouro Nacional.
Os dados indicam que a expansão do estoque da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) foi de 2,72%, totalizando R$ 8,46 trilhões em maio. Este aumento é atribuído principalmente a uma emissão líquida de R$ 135,62 bilhões, bem como à apropriação positiva de juros, que somou R$ 94,17 bilhões.
✨ Dívida Pública Federal externa também variou, totalizando R$ 340,9 bilhões.
Em relação à Dívida Pública Federal externa (DPFe), o estoque apresentou uma variação de 1,37% em comparação a abril, encerrando maio com total de R$ 340,9 bilhões, equivalentes a US$ 67,33 bilhões. Deste montante, R$ 292,72 bilhões (US$ 57,89 bilhões) correspondem à dívida mobiliária, enquanto R$ 47,77 bilhões (US$ 9,45 bilhões) referem-se à dívida contratual.
A reserva de liquidez da dívida pública aumentou 10,9% em termos nominais em maio, alcançando R$ 1,21 trilhões. Em relação ao ano anterior, a alta é de 40,55%, posicionando-se como um colchão financeiro que assegura o pagamento de vencimentos nos próximos meses.
Além disso, o prazo médio da dívida pública diminuiu, passando de 4,12 anos em abril para 4,07 anos em maio. Essa redução no prazo pode indicar uma maior pressão sobre o refinanciamento da dívida.
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