Gigante do agronegócio obtém importante vitória no caso do glifosato
Bayer se destaca com sucessivas vitórias nos tribunais dos Estados Unidos

A empresa multinacional alemã Bayer AG obteve mais uma vitória judicial nos Estados Unidos, refutando as acusações de que seu herbicida Roundup (glifosato) estaria ligado ao câncer. Desta vez, um júri no condado de Jackson, no estado de Oregon, chegou à conclusão de que o produto não foi responsável pelos supostos casos de linfomas em humanos. A Bayer celebrou a decisão do júri, destacando que ela está de acordo com as análises de reguladores especializados em todo o mundo e com décadas de estudos científicos que atestam a segurança do Roundup e sua não carcinogenicidade. Essa é a quarta vitória consecutiva da gigante farmacêutica e agroquímica em menos de um ano nos tribunais americanos. A empresa vem somando sucessos após uma série de processos judiciais iniciados em 2018, logo após a aquisição da Monsanto Co., fabricante original do Roundup. Um dos pontos favoráveis para a Bayer é a avaliação atual da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), que concluiu que o glifosato não representa risco cancerígeno para os seres humanos. A Bayer pretende usar essa decisão da EPA em sua defesa perante a Suprema Corte dos EUA, que analisa um recurso da empresa para reverter uma multa de US$ 25 milhões. No primeiro caso em que a gigante agroquímica foi condenada, o jardineiro Edwin Hardeman obteve ganho de causa ao alegar ter desenvolvido câncer devido à exposição prolongada ao herbicida.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Internacional

Projeto permite aquisição de defensivos agrícolas no Mercosul
Fomentar a concorrência para a redução de preços no mercado.

A Liderança da China no Mercado Global de Glifosato: Produção, Inovação e Sustentabilidade
Com mais de 60% da oferta mundial de glifosato, o setor chinês é impulsionado por grandes produtores e diversas rotas de produção que equilibram custo e eficiência.

Invasora demonstra resistência a glifosato, 2,4-D e inibidores de ALS
Planta daninha resiste a múltiplos tratamentos, sendo apenas um grupo eficaz

Chile proíbe uso de glifosato com tallowamina
Uruguai se destaca como pioneiro na regulamentação de medidas desse tipo na América do Sul





