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    Justiça
    1 min de leitura

    CNJ aprova participação de juízes em entidades religiosas sem remuneração

    Medida busca garantir liberdade de crença entre membros do Judiciário.

    Tiago AbechAtualizado 04 de maio às 21:25
    A
    CNJ aprova participação de juízes em entidades religiosas sem remuneração
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    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou uma nova norma que permite a juízes e outros membros do Judiciário atuarem de maneira voluntária e não remunerada em associações civis ligadas a crenças religiosas ou convicções filosóficas.

    Essa decisão foi tomada durante a 5ª Sessão Virtual do CNJ, realizada em abril, e a resolução foi assinada pelo presidente do órgão, Edson Fachin. A norma entra em vigor imediatamente após sua publicação.

    ✨ A medida tem como objetivo promover a liberdade de crença religiosa e convicção filosófica entre os membros do Judiciário.

    Entretanto, as atividades devem ser desempenhadas de forma não remunerada. A norma também prevê que a compatibilidade dessas funções com as responsabilidades do Judiciário, especialmente a imparcialidade e a dedicação exclusiva, será monitorada pelas instituições de controle interno dos tribunais.

    Os juízes poderão atuar em uma variedade de entidades, incluindo organizações religiosas e centros de espiritualidade, bem como em lóias maçônicas e instituições dedicadas ao estudo de correntes filosóficas e religiosas. Entre as tradições permitidas estão o cristianismo, espiritismo, judaísmo, religiões de matriz africana, islamismo, hinduísmo e zoroastrismo.

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    Tiago Abech

    Jornalista especializado em Justiça com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

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