Fachin rejeita pedido de suspeição de Moraes em caso da Petrobras
Decisão do STF garante continuidade da análise da ação trabalhista

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou um pedido que visava declarar o ministro Alexandre de Moraes como suspeito em um caso relacionado à Petrobras.
A estatal recorreu à Corte em função de uma decisão da Justiça do Trabalho de Canoas (RS), que determinava o pagamento imediato a um funcionário, referente a diferenças salariais de uma verba chamada Remuneração Mínima por Nível e Regime.
Em setembro de 2025, Moraes adjudicou favoravelmente à Petrobras, justificando que a sentença contestada infringia a jurisprudência do STF. Apesar das tentativas do empregado de reverter a situação, ele obteve respostas negativas da Primeira Turma, em decisões de dezembro de 2025 e março de 2026.
No último mês, Moraes declarou o trânsito em julgado, indicando que não caberia qualquer novo recurso referente àquele caso. O trabalhador argumentou que Moraes teria se negado a abordar vícios e omissões no processo, solicitando assim a suspeição do ministro.
Entretanto, Fachin não aceitou os argumentos apresentados, afirmando que as alegações não se enquadravam nas normativas legais e que simplesmente estar insatisfeito com o resultado do julgamento não era suficiente para considerar a suspeição do juiz.
✨ Fachin destacou que a insatisfação com o resultado do julgamento não pode ser interpretada como motivo para suspeitar do julgador.
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