Caso gerou repercussão e procedimentos éticos foram iniciados.

Um médico ginecologista foi detido em Teixeira Soares, Paraná, acusado de abusar sexualmente de uma paciente durante o trabalho de parto.
A prisão ocorreu na quarta-feira (6) após a Polícia Civil cumprir um mandado de prisão preventiva, autorizado pelo Poder Judiciário com parecer positivo do Ministério Público.
Em seu depoimento, a vítima relatou que a violência durou cerca de cinco minutos, enquanto ela estava prestes a dar à luz.
O caso motivou o Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) a iniciar um processo para investigar as alegações contra o médico, que seguirá em sigilo, conforme a Resolução CFM nº 2.306/2022.
✨ As sanções podem variar desde advertência até a cassação do registro profissional, dependendo da gravidade do caso.
O CRM-PR ressaltou que as apurações éticas tramitam independentemente das esferas criminal e cível, enfatizando o respeito pelas decisões judiciais que possam afetar a licença do médico.
"Caso eventual decisão judicial estabeleça a suspensão ou cassação do exercício profissional, o Conselho reitera que respeitará e cumprirá rigorosamente todas as determinações legais das quais venha a ser formalmente cientificado.
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Jornalista especializado em Justiça

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