Ex-presidente é investigado por posse indevida de arma durante prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, pediu nesta quarta-feira (24) que a Procuradoria-Geral da República avalie, em 48 horas, se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cometeu falta grave relacionada à apreensão de uma pistola registrada em seu nome. O caso é parte do cumprimento da pena de prisão domiciliar de Bolsonaro, determinada pelo próprio Moraes.
Moraes fez referência ao depoimento do ex-presidente à Polícia Civil do Distrito Federal, onde Bolsonaro admitiu ser o proprietário da arma e afirmou que ela estava em sua residência durante a prisão. Ele justificou que se sentia inseguro com 'três mulheres em casa' e por isso não podia estar desarmado.
✨ A Lei de Execução Penal classifica como falta grave a posse indevida de armamento, o que pode levar à regressão do regime de cumprimento de pena.
A situação foi desencadeada pela apreensão de uma pistola Glock calibre 9 mm em 15 de junho, durante uma abordagem policial. A arma estava sob a responsabilidade de um sargento do Exército, parte da segurança de Bolsonaro, que afirmou ter retirado a pistola da casa do ex-presidente para verificar uma falha mecânica.
No depoimento prestado em 23 de junho, Bolsonaro reafirmou que a pistola estava regular e que não havia ordem judicial para sua entrega, solicitando apenas a verificação do problema técnico. Sua defesa pediu o arquivamento da investigação em andamento.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Decisão limita acesso de visitantes e estabelece regras rigorosas para advogados e profissionais associados.

Controle sobre a solicitação de provas envolve ex-presidente e investigações em curso

Medida proíbe drones em raio de um quilômetro, aumentando a segurança em Brasília.

Ministra Cármen Lúcia e outros juízes rechaçam recurso do ex-presidente