Ministro Moraes solicita formação técnica de cuidador durante prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, estabeleceu que a defesa de Jair Bolsonaro deve comprovar a qualificação profissional de Carlos Eduardo Antunes Torres, nomeado como acompanhante do ex-presidente durante sua prisão domiciliar.
A autorização para a prisão domiciliar de Bolsonaro foi concedida por um período de 90 dias, após sua internação devido a uma grave broncopneumonia bilateral, conforme justificativa de Moraes relacionada aos problemas de saúde do político.
Recentemente, a defesa solicitou que Torres, que é irmão de criação de Michelle Bolsonaro e considerado como alguém de confiança da família, pudesse residir com o ex-presidente para auxílio diário. Contudo, Moraes enfatizou que para tal função, é necessário que os acompanhantes tenham formação técnica, como enfermeiros ou técnicos de enfermagem, que poderiam oferecer cuidados adequados.
✨ A defesa tem um prazo de 48 horas para apresentar as qualificações de Carlos Eduardo Torres.
Além disso, no mesmo despacho, o ministro autorizou a inclusão de um novo médico ortopedista na equipe que acompanha Bolsonaro, permitindo que este realize visitas sempre que necessário, desde que as condições estipuladas anteriormente pela Corte sejam respeitadas.
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