STF libera pagamento de verbas indenizatórias a juízes
Ministros definem critérios a partir de 2026

Na última sexta-feira, os relatores do Supremo Tribunal Federal (STF) concordaram em autorizar o pagamento em dinheiro de verbas indenizatórias acumuladas por juízes e membros do Ministério Público até março de 2026. Essa decisão contempla períodos de férias, licenças-prêmio e plantões judiciais.
Os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes concordaram que os valores a serem pagos devem respeitar o teto de 35% do salário estabelecido para a totalidade das verbas indenizatórias a que os magistrados ou membros do Ministério Público têm direito.
Apesar da flexibilização, os ministros negaram solicitações da Procuradoria-Geral da República e de diversas entidades para alterar as regras. Assim, benefícios como auxílio-alimentação, assistência pré-escolar e auxílio creche continuam proibidos, conforme estabelecido no documento conjunto dos ministros.
""O mesmo aplica-se a qualquer benefício, mesmo com outro nome, que tenha como base de cálculo a mera condição de paternidade ou maternidade."
✨ A decisão afeta os critérios de pagamento de verbas indenizatórias a partir de março de 2026.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Justiça

Lei da Dosimetria aguarda PGR para julgamento no STF
Relator Alexandre de Moraes pode liberar ações sobre norma em breve.

STF avalia lei de igualdade salarial entre gêneros
Julgamento sobre constitucionalidade ocorre nesta semana

STF suspende julgamento sobre revisão de aposentadorias do INSS
Discute-se o direito à revisão das aposentadorias na Corte Suprema

STF aceita denúncia contra Silas Malafaia por injúria a generais
Líder religioso é acusado de injúria por ofensas a oficiais do Exército





